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GoUp Arquitetura | Rua Bom Pastor, 2224 |Ipiranga - São Paulo - SP| CEP :  04203-002

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A INTERPRETAÇÃO DO ARQUITETO SOBRE O ESTILO E NECESSIDADES DO CLIENTE


O planejamento feito por um arquiteto para qualquer ambiente nunca está ligado somente a estética e funcionalidade. Ele está lidando com sonhos, desejos, emoções e expectativas de outras pessoas, e precisa ser o intérprete de todas essas questões, respeitando e expressando a individualidade, para que o resultado final seja satisfatório e o cliente tenha prazer em desfrutar do ambiente criado.


Uma das principais ferramentas para se conseguir alcançar uma obra exatamente como o esperado pelo contratante, é o briefing de projeto. Nenhum rascunho pode ser feito antes dessa etapa, pois é nela que o conceito é formado. Cada profissional tem sua forma de montar o briefing, e entre as perguntas mais frequentes podemos citar:


• Qual estilo arquitetônico você mais gosta? Se não tem um definido, quais são os elementos que você pensa em ter no seu ambiente?


• Quais cores você gosta? Quais texturas?

• Quanto tempo você passa nesse ambiente?


• Qual será a rotina e o fluxo de pessoas nesse lugar?


• No caso de um estabelecimento comercial, qual é a imagem que você pretende passar?


O tipo e a quantidade de questões feitas vai depender muito de cada profissional e quais informações ele julga necessário para entender as expectativas do cliente.

O profissional precisa estar atento, e saber identificar quando o cliente não está conseguindo se expressar, para que seja possível auxilia-lo a definir exatamente suas expectativas, e ter a certeza de que irá executar o projeto de acordo com o esperado. Por isso é importante garantir uma coleta de informações objetiva, clara e completa, ou seja, possuir um briefing muito bem estruturado.

Muitas vezes o próprio cliente não sabe exatamente  o que quer, mas sabe do que gosta e do que não gosta. Outras vezes, ele sabe exatamente o que quer, mas por muitos motivos, aquela não é a melhor opção, e ele tem referências variadas, e pretende colocar todas elas no seu projeto. Cabe ao profissional, com seu conhecimento técnico avaliar o que é exequível, e quais estilos e referências podem ser usadas e talvez mixadas, e assim garantir um projeto que tenha coerência e lógica entre seus elementos.


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